Quem vai responder pelos três assassinatos?

indios Tenharin assassinam três pessoas na rodovia transamazônica

Humaitá (AM) – É cada vez mais tenso o clima de revolta criado pelo desaparecimento de três pessoas na BR 230 desde a manhã de segunda-feira (16). Já completou uma semana que desapareceram misteriosamente o representante do Atacadão Manaus, Luciano Freire, o funcionário público federal da Eletrobrás Amazonas Energia Aldeney Ribeiro e o professor de Apuí Stef Pinheiro. O prazo para que, as lideranças indígenas residentes ao longo da BR 230 entregassem os desaparecidos esgotou-se na manhã de hoje e até o momento nenhuma informação a respeito foi divulgado até agora. 

Centenas de moradores de Matupí e Humaitá já estão se mobilizando para organizar uma busca no território indígena a qualquer momento, o que certamente irá causar derramamento de sangue com possibilidade de morte, caso a polícia federal e a força nacional não intervenham imediatamente e façam as buscas nas aldeias da região. Apesar das lideranças indígenas negarem que saibam onde os desaparecidos se encontram é cada dia maior a evidencia de que, os mesmo fizeram justiça com as próprias mãos, em retaliação a morte do cacique Ivan Tenharin que foi encontrado agonizando depois de ter caído de sua motocicleta no trecho da estrada entre a aldeia do “Campinhu” e o distrito de Matupí no dia 02 de dezembro. Mesmo tendo sido socorrido e enviado as pressas para Porto Velho, o cacique não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte. A revolta indígena pela morte do cacique teve grande repercussão em seu meio social, com juramento de morte caso se confirmasse as suspeitas de que o cacique teria sido agredido por alguém o que até o momento não se confirmou. 

As suspeitas de que os três desaparecidos teriam sido assassinados com tiros de espingarda ecoam por todos os lados revoltando ainda mais amigos e familiares das vitimas, que podem ter sido assassinados inocentemente de forma brutal e inesperada. Mesmo que os índios continuem negando, é cada vez mais perigosa e eminente a possibilidade de uma chacina no local a qualquer momento. Os ânimos estão inflamados e a motivação para um possível confronto pode acontecer nas próximas horas. 
A polícia militar não pode intervir na situação, caso a polícia federal e a força nacional não se mobilizem nas próximas horas, a fumaça preta de guerra esta acesa por irresponsabilidade de uma burocracia nacional que de forma lenta poderá chegar tarde demais no local. (Vale ressaltar que as informações contidas aqui, são suposições e possibilidades que podem acontecer ou não, sem validade como informação oficia.

 

 

fonte: Redação

 

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