Acusada de mandar matar marido ia ganhar seguro de R$ 400 mil, diz polícia

Investigações da Polícia Civil confirmam a acusação de que a esposa do empresário Epaminondas Coutinho Feitosa, morto em maio deste ano, seria a mandante do crime. Além de problemas de relacionamento, Antônia de Sousa Andrade teria sido motivada por um seguro de R$ 400 mil, do qual era beneficiária em caso da morte do marido.

As informações foram confirmadas pelo delegado Tales Gomes, presidente do inquérito, que concedeu entrevista após a prisão de Tiago Ozório, 22 anos um dos suspeitos de envolvimento no assassinato. Acusado de contratar os executores do empresário, ele foi encontrado em Castanhal (PA) e preso na última segunda-feira (30).
Presa desde julho, Antônia Andrade negou participação no crime em entrevista para a TV Cidade Verde. No entanto, a polícia mantém a denúncia de que ela mandou matar o marido, que também era chefe da junta militar do município de Massapê do Piauí. Ele foi atingido com pelo menos 11 tiros quando chegava em casa, no município de Picos, no dia 8 de maio.
“Questões conjugais, o relacionamento já estar muito conturbardo, desgastado, bem como a questão patrimonial. Inclusive, ela é beneficiada com um seguro de R$ 400 mil. Através do sigilo bancário, nós juntamos ao inquérito uma apólice de seguro onde ela é beneficiada pela morte de Epaminondas”, disse o delegado Tales Gomes.
Além disso, Rinaldo José do Nascimento, o Teté, de 21 anos, e José Manoel do Santos Matos, o Santinho, de 33 anos, presos em julho, relataram em depoimento que tinham recebido da “mulher da ótica”, que seria Antônia, a encomenda para matar Epaminondas por R$ 10 mil. Tiago teria levado o dinheiro aos pistoleiros e fornecido a moto usada no crime.
reportagem de Tiago Melo (TV Cidade Verde)
Fábio Lima (Da Redação)
Por:Jarudigital

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